Mundial de Surfe – Motos aquáticas são peças-chave nos bastidores do Rio Pro 2017
Pelo sétimo ano consecutivo, equipe Surf Resgate é a responsável pelo trabalho a bordo das embarcações da Sea-Doo
Publicada em 15/5/2017.

Saquarema (RJ) – Os fãs de surfe de todo o planeta estão de olho no que acontece no Rio Pro 2017, etapa brasileira do Campeonato Mundial organizado pela WSL (Liga Mundial de Surfe). A janela de competição vai até o próximo sábado (20) na praia de Itaúna, em Saquarema (RJ). Nos bastidores, as motos aquáticas Sea-Doo são peças-chave na programação e agilizam o transporte dos atletas na água, além de reforçar a segurança.

A responsável pelos trabalhos é a equipe Surf Resgate, que pelo sétimo ano consecutivo atua na prova mais importante do calendário em águas nacionais. “Saquarema é considerada o ‘Maracanã’ do surfe e estamos de prontidão, oferecendo suporte completo aos atletas, organizadores e imprensa”, disse Rodrigo Bastos, coordenador técnico da Surf Resgate. “Temos 12 profissionais em ação, sendo oito pilotos de motos aquáticas e quatro pessoas que fazem o apoio por terra. Ou seja, o suporte cobre o evento de todas as formas.”

O trabalho na água conta com cinco motos aquáticas: três GTI 90, lançamento da Sea-Doo para 2017, uma Sea-Doo GTI 155 Limited e uma Sea-Doo SAR (desenvolvida especialmente para resgates). Na areia, a equipe acelera os quadriciclos Can-Am. “As motos aquáticas GTI 90 são novidade na frota da Surf Resgate e, em apenas poucos dias de utilização, constatamos inúmeras qualidades, como estabilidade, leveza e o baixo consumo de combustível. Os pilotos gostaram muito do lançamento.”

A presença das motos aquáticas garante o que todo mundo quer ver, os surfistas dando show nas ondas. “O equipamento é fundamental para a segurança e a dinâmica do evento, principalmente no transporte dos atletas na água. O surfista demora cerca de cinco minutos remando para passar a arrebentação e na moto aquática isso leva poucos segundos, o que resulta em mais fôlego e mais tempo nas ondas para os atletas durante as baterias”, explicou.

“Além disso, somos responsáveis por ajudar em toda a infra-estrutura na água, o que inclui a colocação de bóias e âncoras, a limpeza e a orientação para que o público ou outros surfistas não invadam a área de competição. Os quadriciclos Can-Am completam o suporte, quando precisamos de agilidade na areia”, concluiu Bastos.

As disputas – Após lay day nesta segunda-feira (15), a torcida é para que as condições do mar melhorem e as disputas sejam retomadas. A WSL fará nova chamada às 6h45 desta terça-feira (16), sendo que quatro brasileiros seguem na disputa pelo título do Rio Pro 2017. Gabriel Medina, Yago Dora e Wiggolly Dantas disputam a repescagem, enquanto Adriano de Souza garantiu classificação direta para as quartas de final.

Sobre a BRP - A BRP (TSX: DOO) é líder mundial no design, desenvolvimento, fabricação, distribuição e comercialização de veículos e sistemas de propulsão. Seu portfólio inclui os veículos para neve Ski-Doo e Lynx, as embarcações Sea-Doo, os veículos todo-o-terreno e side-by-side Can-Am, os roadsters Can-Am Spyder, os sistemas de propulsão marítima Evinrude e Rotax, bem como os motores Rotax para karts, motocicletas e aeronaves recreativas. A BRP dá suporte a sua linha de produtos com peças, acessórios e vestuário. Com renda anual de mais de CA$ 3,8 bilhões em mais de 100 países, a empresa conta com aproximadamente 7.900 funcionários em todo o mundo.

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Expedição no Jalapão organizada pela GP Powersports
Crédito: Divulgação/GP Powersports

Expedição no Jalapão organizada pela GP Powersports
Crédito: Divulgação/GP Powersports